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CASES

Abaixo, alguns exemplos
dentre nossos cases

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Corretora precisava destravar
seu portfolio B2B e B2B2C,
em diferentes regioes
do pais

Grupo financeiro com o faturamento de mais de seis bi/ano precisava de uma pesquisa capaz de apontar os caminhos para destravar o portfólio de sua Corretora, com foco nos seguros empresariais e seguros massificados para clientes de redes varejistas. A amostra envolveu 40.000 estabelecimentos, cujos contatos-chave foram extraídos de uma base de dados devidamente curada para a ocasião.

A implementação envolveu um braço quantitativo e outro qualitativo. Os roteiros foram cuidadosamente arquitetados para acomodar as questões mais generalistas no primeiro e as sutilezas perceptivas, de caráter regional, no segundo.

Para aumentar a confiabilidade dos resultados da pesquisa digital, utilizamos conjoint analysis (uma opção da Plataforma Future Surveys) e a pesquisa por associações implícitas, que no caso procurava mapear percepções no binômio taxa/bandeira.

Os desfechos qualitativos foram integrados ao dashboard em que as respostas quantitativas figuram.

A entrega final envolveu uma versão customizada da nossa ferramenta digital de resultados (com todos os gráficos, sínteses e relatórios, além de inúmeros filtros e algoritmos), análises situacionais e preditivas de alta profundidade e um conjunto de reuniões para a reformulação das políticas da corretora e regionalização das ofertas, que resultaram em substancial incremento no posicionamento mercadológico da mesma.

Relevante incorporadora precisava
segmentar e ofertar melhor
seus produtos

Esta pesquisa tecnológica foi desenvolvida junto a uma empresa-parceira, que trouxe o cliente e participou ativamente da roteirização.

O mercado de incorporação vive um enorme desafio: os empreendimentos são sempre planejados para atingirem alguns targets, com seus interesses específicos e valores. Porém, estes interesses variam dinamicamente, bem como a representatividade efetiva do grupo, entre os prospects que de fato visitam o stand de vendas. Por isso se diz que cada lançamento tem um quê de surpresa. Disso segue a demanda do mercado por uma solução para pesquisar, analisar e entregar o perfil e as aspirações de cada visitante, em tempo real, para que cada venda possa transcorrer de maneira customizada.

Nós participamos da criação de uma solução para o desafio acima, o qual até então permanecia em aberto. Para isso, geramos um novo tipo de software de pesquisa presencial, em ambiente mobile, o qual implementa o seguinte procedimento:

O cliente responde algumas perguntas e cria associações implícitas num tablet disponibilizado pela incorporadora, enquanto espera a sua vez de ser atendido.
A pesquisa é imediatamente analisada por algoritmos. O perfil é segmentado. Sua persona básica é reconhecida e aquilo que mais pode lhe interessar no empreendimento é detectado.

Estes resultados são automaticamente convertidos em um tipo especial de relatório, diretamente implementado como roteiro de venda, com apontamentos sobre a ordem de exibição a ser seguida e dicas de comunicação.
Isso tudo é acessado em tempo real pelo corretor que irá atender o cliente em questão. Finalmente, os desfechos das interações com o cliente são sintetizados e, pela integração dos dados oriundos de diferentes stands, uma visão global do desempenho comercial de toda a incorporadora é formada e continuamente atualizada, assim servindo de base para ações estratégicas e mudanças de cultura corporativa.

Grupo multinacional do setor de madeiras e compensados precisava desenvolver novo portfólio de produtos e diretrizes para os seus folhetos, em consonância com as aspirações do público brasileiro

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Esta pesquisa teve caráter triplo: determinar as características de compensados e laminados de madeira preferidos dos brasileiros, criar uma cartela de imagens e metáforas relevantes, associando-as aos diferentes produtos e, finalmente, compor e avaliar simulações de decorados.

A pesquisa foi toda feita em base digital e envolveu o maior número de participantes que se tem notícias em estudos do setor. A multiplicidade de públicos exigiu um cuidadoso esforço de segmentação, que se pautou por dados armazenados pela própria empresa e dados públicos.

A roteirização da pesquisa envolveu a construção de ambientes amplamente visuais e interativos para celulares, utilizando a plataforma proprietária da Future Surveys.

Nestes ambientes, os participantes não apenas eram capazes de fazer suas seleções, através das opções de materiais disponíveis, como podiam utilizar as ferramentas implementadas para criar variantes, mais alinhadas ao seu estilo. Paralelamente, a pesquisa apresentou uma seção dedicada à avaliação implícita de opções de decorados e reconfiguração gameficada dos mesmos.

O tratamento dos resultados envolveu estratégias específicas para a produção de insights, utilizando aprendizado de máquina. Geramos um dashboard que ficou disponível numa URL dedicada por 120 dias e que serviu de base a profundas discussões com a empresa, que adotou nossas principais recomendações, tendo bastante sucesso com isso.

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Uma das maiores empresas do mundo entrou em uma disputa jurídica relacionada à infringência da propriedade intelectual do trade-dress de um de seus principais produtos, demandando testes quantitativamente fundamentados da significância do fenômeno, em dois países latino-americanos

Produtos verdadeiramente icônicos, aqueles que dão nome à própria categoria em que se inserem, ancoram sua comunicação nos pontos de venda no caráter inconfundível de seus rótulos e embalagens.

Em geral, suas características físicas são projetadas para serem rigorosamente exclusivas. Isto envolve as formas da embalagem, as imagens do rótulo, a paleta de cores que toma a gôndola como um todo, as fontes utilizadas e assim por diante.

Copiar qualquer um destes elementos tende a ser uma má opção, mesmo para quem almeje agir de má fé, uma vez que invariavelmente conduz a ações judiciais fundamentadas em argumentos incontornáveis. Porém, a percepção humana é “gestaltica”, formando-se a partir das combinações sensoriais processadas durante o tempo de atenção ao produto, à luz do fato de se estar parado ou em movimento.

Esta particularidade abre a possibilidade de que produtos emulem os atributos visuais uns dos outros, sem que rigorosamente um único elemento do trade-dress seja idêntico. Pelo menos essa é a hipótese corrente no campo das neurociências do consumo. Seria possível testá-la, no contexto de uma disputa séria, profunda e multimilionária? Este foi o desafio assumido pela nossa equipe em dois países latino-americanos. Para tanto, criamos três paradigmas de pesquisa psicofísica emulando as seguintes condições:

  1. Probabilidade de erro comportamental de um cliente caminhando entre as gôndolas e selecionando produtos de uma entre duas pilhas: a do produto-chave e do imitador, quando a intenção é claramente a de selecionar do primeiro.
  2. Probabilidade de formar memória visuais idênticas dos dois produtos, a despeito das diferenças físicas existentes.
  3. Probabilidade de julgar que são do mesmo fabricante, em comparação aos outros concorrentes e transitividade dos juízos de valor sob a égide deste princípio. Não entraremos em detalhes sobre os resultados, bastando destacar que o mesmo representou um marco para o setor.